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Ponto de vista

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

“Fundamentalistas”: acreditar que 2 +2 = 5 porque está escrito em algum lugar. Eles têm um monte de problemas em seus retornos de imposto.

“Moderado” crentes: vivem suas vidas com base em que 2 +2 = 4. Mas,deve ir regularmente à igreja para ser informado de que 2 +2, uma vez feito 5 ou um dia vai fazer 5, ou em um sentido muito real e espiritual, deve fazer 5.

“Moderado” ateus: saber que 2 +2 = 4, mas acho que indelicado dizer tão alto demais pessoas que pensam como 2 +2 = 5 pode ser ofendido.

“Militante” ateus: “Oh, por piedade. AQUI. Dois seixos. Dois seixos mais. QUATRO seixos. O que há de errado com vocês? “

Colaboração: Wagner


Lembra da teoria dos conjuntos?

terça-feira, 10 de novembro de 2009
Teoria dos conjuntos

Teoria dos conjuntos

Lei contra o cristianismo – do livro “O Anticristo” de Friedrich Nietzsche

domingo, 18 de outubro de 2009

Lei contra o cristianismo

Dada no dia da Salvação, primeiro dia do ano Um

(a 30 de setembro de 1888, pelo falso calendário)

Gerra de morte: o vício é o cristianismo

Artigo primeiro – É vício qualquer forma de antinatureza. A mais viciosa espécie de homens é o padre: ele ensina a antinatureza. Contra o padre não temos razões, temos a casa da correção.

Artigo segundo – Qualquer participação num ofício divino é um atentado contra a moral pública. Seremos mais duros para um protestante do que para um católico, mais duros para um protestante liberal que para um puritano. Quanto mais próximo se está da ciência, maior é o crime de ser cristão. Por conseguinte, o maior dos criminosos é o filósofo.

Artigo terceiro – O lugar de maldição onde o cristianismo chocou os seus ovos de basilisco será completamente arrasado e, sendo sobre a Terra o local sacrílego, constituirá motivo de pavor para a posteridade. Aí serão criadas serpentes venenosas.

Artigo quarto – A apologia da castidade é uma pública incitação ao antinatural. Desprezar a vida sexual, exovalhá-la com a noção de “impuro”, eis o verdadeiro pecado contra o Espírto Santo da Vida.

Artigo quinto – Comer à mesa com um padre exclui-vos; fazendo, excomungam-se da justa sociedade. O padre é nosso tchandala – será encarcerado, privado de alimentos, expulso para um local como o deserto.

Artigo sexto – Dar-se-á à história “santa” o nome que merece, isto é, história maldita; serão usadas as palavras “Deus”, “Salvador”, “Redentor”, “Santo” para injuriar, para com elas marcar os criminosos.

Artigo sétimo – O resto nasce aqui.

Nietzsche – O Anticristo

Invisibilidade Pública – Você ao menos cumprimenta?!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

“Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível”.

Um psicólogo varreu as ruas da USP por 8 anos, para concluir sua tese de mestrado da “invisibilidade pública”.

Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da USP. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são “seres invisíveis, sem nome”. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.

Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400,00 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

“Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência, explica o pesquisador.”

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim e não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’, diz.

No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: ‘E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?’ E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?

Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?

Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando – professor meu – até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma ideia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um objeto.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?

Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, frequento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome.

São tratados como se fossem uma “COISA”.

Ser “IGNORADO” por um semelhante é uma das piores sensações que existem na vida!

Pensamento

terça-feira, 13 de outubro de 2009

“Querer demonstrar que Deus existe com a bíblia é como querer demonstrar que o Super Homem existe com uma revista em quadrinhos”.

"Querer demonstrar que Deus existe com a Bíblia é como querer demonstrar que o Super Homem existe com uma revista em quadrinhos".

"Querer demonstrar que Deus existe com a bíblia é como querer demonstrar que o Super Homem existe com uma revista em quadrinhos".

Fonte: http://www.flickr.com/photos/85736407@N00/3363943063/in/pool-atheism

Indivíduo

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

No mesmo instante em que o indivíduo recolhe-se ao seu pequeno mundo restrito e mesmo neste pequeno mundo a situação é desumana, então, neste momento, a humanidade terá de receber outra designação que não seja HUMANIDADE.

Todos os sistemas terão ruído: o estado, as relações políticas e as relações íntimas estarão extintas pela imposição de uma necessidade de proteção a si mesmo.

Em um mundo assim, certamente haverá o infortúnio, o esquecimento do sentido de “ser humano”. Mesmo agora, todos os valores já foram transvalorados e nada conseguiu trazer aos seres humanos a HUMANIDADE.

Os poderes, sejam eles quais forem, políticos, religiosos, militares, trabalhistas, capitalista ou qualquer outra forma de poder, só declara a morte deste mesmo poder e retira nossa humanidade.

INDIVÍDUO…

INDIVÍDUO…

INDIVÍDUO…

É do indivíduo a responsabilidade de ver e conseguir enxergar esta realidade. É da menor célula possível que virá a revolução. Uma revolução humana.

Nada te possui.

Você possui tudo.

Todos preocupam-se com seus iguais, outros seres humanos, em qualquer outro ponto do planetam, não mais existindo as fronteiras, pois quando chega-se à revolução individual, todo e qualquer outro tipo de poder torna-se EXTINTO.

No momento em que um ser humano não mais exerça poder algum perante outro, então teremos evoluído e retirado os grilhões de nossos irmãos. Não se trata de religião, mas de objetividade, praticididade e resultado.

O indivíduo conseguirá exercer estas qualidades de modo a poder algum existir.

CRISTIANISMO

domingo, 4 de outubro de 2009

A crença de que um zumbi cósmico judeu que era seu próprio pai pode fazer você viver para sempre se simbolicamente comer a carne dele e telepaticamente contar que você o aceita como mestre, dessa forma ele pode remover uma força maligna da sua alma que está presente porque uma mulher-costela ao conversar com uma serpente falante a convenceu de comer o fruto de uma árvore mágica…

Resposta esbofeteada

domingo, 4 de outubro de 2009

“Estou longe de conhecer o ateísmo na condição de resultado, menos ainda como acontecimento: em mim ele é compreensível na qualidade de instinto. Eu sou curioso por demais, questionável por demais, animado por demais para poder aceitar uma resposta esbofeteada. Deus é uma resposta esbofeteada e grosseira, uma indelicadeza contra nós, os pensadores – no fundo apenas uma proibição esbofeteada e grosseira contra nós: vós não deveis pensar!…”

F. NIETZSCHE

Carta 10 de 1 de Março de 2007

quinta-feira, 1 de março de 2007

Sobre os que querem te converter.

Aqueles que querem te converter, para que tenhais fé,
para que creia em uma alma, um sopro divino que lhe
deu o dom da vida, para que creia na vida eterna em um
paraíso ou em um reduto cheio de sofrimentos e dores,
em verdade me parecem pessoas que necessitam provar
para elas próprias que tudo aquilo no que crêem,
realmente existe.

Estas pessoas não conseguem imaginar que um ser humano
agindo friamente, não escolhendo uma fé, não crer em
deus e em tudo o que foi colocado em sua doutrina,
sem imaginar um ser miserável, nefasto, sujo,
sem possibilidade de moral.

Vos digo, estas pessoas as tentarão.

Tentarão a deixar de acreditar que somos aquilo que
realmente somos, uma mera poeira em um universo
imenso, com possibilidades infinitas, com acasos
e ocasos tãoo adversos, mas que apesar de ser poeira,
consegue se colocar no seu devido lugar na ordem
das coisas.

Ai daquele que se julgais acima dos demais e acreditar
que a verdade que proclama é a verdade derradeira, e
com isso, perpretar uma ofensa tão grande quanto ir
contra a qualquer mandamento de qualquer religião.

Aquele que procura em uma vida posterior à morte
baseada apenas em uma fé, aquilo que deveria
estar executando ou praticando em vida terrena,
me parece muito mais equivocado.

O ser humano só será libertado de seus flagelos
quando aceitá-los de maneira racional.

Temos início e um dia teremos um fim, mas o
restante continuará. Nossas moléculas se
unirão à outras moléculas na ordem física.

Como senhores de nossas vidas, deixaremos uma
herança sim, como exemplo de vida, de convivência,
família, filhos, valores e todos os outros adjetivos
que são distorcidos ou completamente eliminados
quando se acredita mais em uma vida após a morte
do que na vida aqui e agora.

E vos digo mais. Se percorres um caminho justo, reto,
não cairdes nos buracos que escurecem o caráter e a moral,
certamente terias “vaga” no paraíso ou seria perdoado
por um deus que é só piedade e bondade.

Em livros escritos por renomados pensadores, existe
um vento que sempre os leva a chegar a um tal ponto
de discussão ou desenvolvimento sobre o assunto, que
não vêem como, senão atravé de deus, a continuidade
para a narrativa. Mas existe um porém…desde os mais
longínquos tempos da história da humanidade, tudo
aquilo que não se podia explicar de maneira terrena,
lhes eram atribuídos a eleva&ção de endeusamento.

Existem ainda em nosso planeta, religiões que adoram
deuses como o sol (que comprovadamente é uma estrela,
e que diversos planetas orbitam ao seu redor,
configuração esta que existe aos bilhões ou mais
em nosso universo), isso leva-me a supor que a
religião tenha sido criada para algumas coisas:
- explicar fenômenos para os
quais ainda não existia/existe compreenssão racional
- conseguir direitos políticos e poder ( e, como não
havia deixar de ser, poder financeiro ) prometendo
coisas além de nossa imaginação, as quais não podem
ser comprovadas, e muito menos podem ser colocadas
em dúvida, algo realmente de extrema inteligência e
por assim o ser, são; posso crer de que seja algo
criado pelos homens mesmo, nãoo consigo conceber
que algo que tenha sido criado por um deus, consiga
ser entendido pelos seres humanos.
- criação de massa de manipulação

Tudo isso funcionou, funciona e funcionará; enquanto
o homem não aceitar sua condição de poeira cósmica e
não um ser criado por uma entidade divina que assim
o fez para sermos sua imagem e semelhançaa, pois
como disse, seria realmente cruel criar seres
com tão honrosa e grande missão e lhe dar tão pouco
tempo e para o futuro, a morte.

Acordais……

Toc..Toc…

Siga o coelho branco…

Será que Alice deveria ter ido?

Qual pílula você tomaria?

Existem frases como as acima, que são contemporâneas,
mas estas mesmas perguntas já existiram, claro,
de maneira diferente, mas no seu questionamento mais
íntimo, o ser humano continua ainda sem saber a verdade,
aliás, deverá continuar durante toda a sua existência
e da própria humanidade.

Carta 9 de 19 de Agosto de 2006

sábado, 19 de agosto de 2006

Fé, ignóbeis, corpo e mente.

Todas as grandes catástrofes de nossa história
(isso que coloco como história, um prazo bem curto
de existência se comparado ao universo) foram geradas
através de epidemias, seja de epidemias do corpo ou da mente.

A gripe espanhola enterrou muitas vidas, uma epidemia do corpo,
científicamente reconhecida e hoje conhecida. Na época
da epidemia da gripe espanhola, o homem não estava preparado
para combatê-la, era uma coisa nova, uma coisa horrível que
trazia e trás até hoje muita dor.

Houveram também, diversas epidemias de ordem mental. Doentes,
ignóbeis, ou crentes em uma fé que por si só é tão sedutora
que tira do crente a necessidade de saber sobre mais do que
cinco ou seis coisas, sendo o restante apenas pura insanidade
mental. Logo no início da saga de Jesus Cristo, o mesmo é
crucificado por dizer-se filho de deus, enfim, teria direito
ao trono de rei dos judeus. Blasfêmia!!!!!
O que fazer? Bom, penduraram-lhe em uma cruz. A cruz, significa
nada além do sofrimento ignorante produzido por uma doença mental,
chamada de “fé”.

Na atualidade da escrita desta carta, vejo no mundo inteiro turbas
destas vidas guiadas pelo fanatismo religioso, exacerbando-se.
Dizem-se ser donos da verdade da providëncia divina, e que a guerra
é santa. Assim como foi na antiguidade. A inquisição imposta pela
igreja foi como andar para trás. Retroagimos no tempo. Jogamos à
fogueira, vidas, textos, ideais, modos de pensamentos, tudo o que
poderia ser de mais belo e puro. A saúde de corpo e mental são
menosprezadas sempre por tais fés.

E por isso vos escrevo neste momento tenso. Problemas financeiros
no mundo. Miséria, fome, epidemias. Sempre em ambientes coléricos,
a fé de qualquer origem gera absurdos de tamanha grandeza que
podemos apenas classificar como doença.

Naçoes querendo exercer sua soberania sobre outros povos do mundo,
em busca de uma verdade, ou de uma virtude, ou de uma doutrina;
enfim não posso concordar com isso, mas pouco posso fazer diante
destas questões, senão tentar alertar das consequências dessas
mesmas atitudes em outros tempos de nossa história – tão curta.